Na frente, soneto; no verso, dicas de plantio
Este ano, o Dia da Árvore foi poeticamente movimentado. Além de sair por aí, empoemando árvores, ganhei um presente original do poeta André Bueno Oliveira: um soneto me convidando para plantar e adotar uma pitangueira. Achei a ideia bonita, criativa e especialmente prática porque incluiu um trio de sementes e instruções de plantio. Obrigada, André!
Meu resedá de estimação, empoemado.
Pra dizer a verdade, tenho pouca prática com plantas. Já tive um cacto de estimação, chamado Rolando; um vasinho de violetas anônimas e, há 14 anos, tenho o resedá acima, que se chama Pomps e, pra mim, é menina. Os feijões plantados nas aulas de ciência e o vasinho de comigo-ninguém-pode, que eu ganhei e meus gatos comeram, não contam como grandes realizações. Então... torçam pela pitangueira porque eu vou tentar. :)